Receção na poesia

Poemas - homenagem


"Não há, [...] não só em Portugal e no Brasil, mas em toda a orbe, 
 onde não se ame e não se cultive, devotamente, Camões." 
Osvaldo Devay de Souza



Manuel Maria Barbosa do Bocage (1765-1805) - "A Camões, comparando com os dele os seus próprios infortúnios".
Manuel Bandeira (1886-1968) - "A Camões".
José de Almada Negreiros ((1893-1970) - "Luís, o poeta salva a nado o poema".
Jorge Luís Borges (1899-1986) - "A Luis de camoens" / "A Luís de Camões".
Carlos Drummond de Andrade (1902–1987) - "O Poeta".
Miguel Torga (1907-1995) - "Camões".

Jorge de Sena (1919-1978) - "Camões dirige-se aos seus contemporâneos".
Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004) - "Camões e a tença".

David Mourão-Ferreira (1927-1996) - "Fala apócrifa de Camões".

Manuel Alegre (1936-) - "Com que pena".