27 de dezembro de 2020

CAMONISTA - Jorge de Sena













Jorge de Sena (1919-1978)

Camonista, 
poeta, ficcionista, dramaturgo, 
crítico, ensaísta, tradutor.

Saiba mais sobre o autor na DGLAB ou leia o autorretrato aqui.





CAMONIANA







Uma canção de Camões
: interpretação estrutural de uma tripla canção camoniana, precedida de um estudo geral cobre a canção petrarquista peninsular, e sobre as canções e as odes de Camões
, envolvendo a questão das apócrifas.

Lisboa: Portugália, 1966
/ 2.ª ed., Lisboa: Edições 70, 1984. – col. “Obras de Jorge de Sena”.









(1967) Estudos de História e de Cultura: 1.ª série. Vol. I. Lisboa: revista Ocidente. – [Textos publicados originalmente em fascículos, fev. 1963 – nov. 1969, na revista Ocidente. Os 29 fascículos iniciais foram editados neste volume de 1967]. – Entre os quatro ensaios, destacamos [os outros são “A família de Afonso Henriques”, “O Vitorianismo de Dona Filipa de Lencastre”, “Os painéis ditos de ‘Nuno Gonçalves’”]:

Inês de Castro, ou literatura portuguesa desde Fernão Lopes a Camões, e história político-social de D. Afonso IV a D. Sebastião, e compreendendo especialmente a análise estrutural da Castro de Ferreira e do episódio camoniano de Inês, p. 123-618.

Índice do volume I, 1967, referente a Inês de Castro: 
Nota prévia (p. 123), Introdução (p. 128), 1) Inês e o Romanceiro (p. 130), 2) Algumas considerações sobre o Romanceiro (p. 143), 3) Floresta de Inês e de Isabel (p. 151), 4) Dona Isabel de Liar e a vingança da sua morte (p. 165), 5) Ainda algumas considerações sobre o Romanceiro castelhano (p. 176), 6) Conceituação preliminar do problema literário de Inês (p. 180), 7) Inês de Castro nos reinados de Afonso IV e Pedro I (p. 183), 8) O casamento de Pedro e Inês (p. 197), 9) Os túmulos de Alcobaça (p. 204), 10) Inês de Castro no reinado de D. Fernando, na crise de 1383-85 e na primeira metade do século XV: Fernão Lopes (p. 219), 11) Digressão sobre Menezes, Castros e outros (p. 245), 12) Lucena e Rui de Pina (p. 250), 13) Rui de Pina e Garcia de Resende (p. 259), 14) Inês vista por Lopes e por Pina (p. 263), 15) Inês de Castro e a Crónica Geral de Espanha (p. 269), 16) Data das Trovas de Resende (p. 272), 17) Análise estrutural das Trovas de Resende (p. 277), 18) Gil Vicente e Inês de Castro (p. 303), 19) Gil Vicente e o Romanceiro (p. 315), 20) A Crónica de Acenheiro (p. 323), 21) A Eufrósina de Jorge Ferreira de Vasconcelos (p. 340), 22) O reinado de D. João III (p. 348), 23) O teatro post-vicentino (p. 360), 24) O teatro de Séneca (p. 375), 25) As poéticas do “Cinquecento” (p. 380), 26) Algumas observações ainda sobre o teatro néo-clássico: Aires Vitória e outros (p. 385), 27) António Ferreira: aspectos da sua vida e da sua obra (p. 413), 28) Data provável da Castro (p. 433), 29) O soneto e quem fez a elegia de Dona Inês (p. 439), 30) Observações estruturais acerca da Castro de Ferreira (p. 442), 31) A Castro de 1587 e a Castro de 1598 (p. 447), 32) As duas Castros e as duas Nises (p. 451), 33) Os Confidentes, os Mensageiros e o Coro (p. 468), 34) O duplo Coro, e a primeira comparação entre a Castro e a Octávia de Séneca (p. 472), 35) A Castro, a Sofonisba e a Cléopatre captive (p. 481), 36) Observações sobre a composição métrica da Castro (p. 486), 37) As personagens da Castro em relação às obras anteriores (p. 489), 38) Digressões sobre Pachecos, Coelhos e Resendes (p. 494), 39) Análise estrutural da Castro (p. 506), 40) Camões, Inês de Castro e Os Lusíadas (p. 570), 41) Alguns aspectos de episódio camoniano (p. 579), 42) As “fontes” do episódio camoniano (Faria e Sousa e J.M.Rodrigues): algumas observações (p. 591), 43) Anrique da Mota ou Inês em prosa e verso (p. 604-618)


Índice do volume II, em fascículos, na Revista Ocidente (set. 1967 - nov. 1969) [Terá saído um volume unificado na editora Cotovia, de que não encontrei vestígios]: 
1) O Códice Manizola, D. Afonso IV, e outras obras (p. 3), 2) Conspecto geral das referências a Inês de Castro e da evolução do seu mito (p. 10), 3) Visão geral das obras sobre Inês, desde c.1575 a c.1640 (p. 23), 4) Os condes de Lemos e Inês de Castro (p. 29), 5) Bermudez e a tragediografia castelhana dos fins do século XVI (p. 43), 6) Observações sobre as “Nises”, em especial a “Laureada” (p. 51), 7) As teses de Rey Soto (p. 56), 8) A “Nise Laureada” e “Os Lusíadas” (p. 59), 9) Outras fontes de Bermudez (p. 60), 10) Gabriel Lobo Lasso de la Vega e Inês de Castro (p. 62), 11) Duarte Nunes de Leão (p. 63), 12) O soneto de Lope de Vega, e uma peça ou não (p. 66), 13) João Soares de Alarcão e a sua Infanta Coronada (p. 72), 14) Os poemas narrativos publicados durante a ocupação castelhana (p. 77), 15) As obras de João Soares de Alarcão, e análise de “La Infanta Coronada” (p. 93), 16) A “Tragédia famosa de Dona Inés de Castro, reina de Portugal” (p. 109), 17) Lugar de Alarcón, Guevara e Tirso no teatro espanhol do século XVII (p. 123), 18) “Siempre ayuda la verdad” e a questão da sua autoria (p. 132), 19) Inês de Castro em “Siempre ayuda la verdad” (p. 149), 20) Matos Fragoso e a “Segunda Parte de Doña Inés de Castro” (p. 165), 21) Alarcóns de Espanha e Alarcões de Portugal (p. 173), 22) Uma alusão de Guillén de Castro a Inês, e o romance do “Palmero” (p. 184), 23) Juan de Grajales e José de Valdivieso ocuparam-se de Inês de Castro? (p. 196), 24) Mateus Pinheiro e D. Francisco Manuel de Melo (p. 201), 25) Os sonetos de D. Francisco Manuel de Melo a Inês de Castro (p. 206), 26) Manuel de Faria e Sousa (p. 215), 27) Um curioso problema de fontes e de tópicos suscitado por Faria e Sousa (p. 223), 28) Vélez de Guevara e “Reinar después de morir” (p. 227), 29) Algumas observações sobre “Reinar después de morir” (p. 237), 30) Análise de “Reinar después de morir” (p. 243), 31) Análise de “Reinar después de morir” e vários problemas correlatos (p. 246), 32) O Fradinho da Rainha e o Cano dos Amores (p. 282), 33) O Cancioneiro Fernandes Tomás (p. 289), 34) Fernão Correia de Lacerda e o “Cancioneiro Fernandes Tomás” (p. 295), 35) Alguns dados sobre Fernão Correia de Lacerda; e Inês de Castro na família (p. 305), 36) O “Império Lusitano”, de Fernão Correia de Lacerda (p. 309), 37) “Saudades de D. Inês de Castro” (e também o Cancioneiro de Faria e Sousa) (p. 313), 38) O Cancioneiro Manuel de Faria (e Sousa) (p. 320), 39) Visão de Inês de Castro na segunda metade do século XVII em Portugal (p. 350), 40) Inês no século XVIII (p. 353), 41) O soneto ao representar-se no teatro de Lisboa a tragédia “Reinar depois de morrer: ou D. Inês de Castro” (p. 360), 42) Heloisa e Abelardo, Pedro e Inês (363-368).

Nota: Índices elaborado a partir de SANTOS, Gilda (s.d.) Nota sobre os estudos camonianos e inesianos de Jorge de Sena, in Ler Jorge de Sena [online].











Os sonetos de Camões e o soneto quinhentista peninsular
: As questões de autoria, nas edições da obra lírica até às de Álvares da Cunha e Faria e Sousa, revistas à luz de um inquérito estrutural à forma externa e da evolução do soneto quinhentista ibérico, com apêndices sobre as redondilhas em 1595-98 [p. 199-211], e sobre as emendas introduzidas pela edição de 1598 [p. 213-227]. 

Lisboa: Portugália, 1969.

/ 2.ª ed., Lisboa: Edições 70, 1981.










A estrutura de Os Lusíadas e outros estudos camonianos e de poesia peninsular do século XVI


Lisboa: Portugália, 1970.

/ 2.ª ed., Lisboa: Edições 70, 1980.

Volume que colige os textos de:
(1961) A estrutura de Os Lusíadas – I, Revista de Letras, Assis, São Paulo.
(1964) A estrutura de Os Lusíadas – II. Revista de Letras, Assis, São Paulo. 
(1967) A estrutura de Os Lusíadas – III – IV. Revista de Letras, Assis, São Paulo.



[Do Índice da 1.ª edição:]
 
Primeira parte: Camões e a estrutura de Os Lusíadas: 
Ascendentes e parentes de Camões, Os Lusíadas, e o mais que adiante se verá (p.3-54). 
A estrutura de Os Lusíadas. (p. 55-183) 

Segunda parte: Sobre redondilhas e sonetos e uma canção apócrifa: 
Sobre a canção “Glória tão merecida” (p. 187-199). 
Cinco apostilhas camonianas sobre redondilhas e sonetos (201-277): 
I – Uma redondilha camoniana e algumas observações a propósito de um códice florentino (p. 203-212); 
II – Dois sonetos aceites como de Camões, e atribuídos ao Duque de Aveiro num cancioneiro de Évora, e mais uma redondilha de Camões no cancioneiro Geral (213-228); Nota sobre Henrique de Almeida, o “pássaro” ou mais val’um pássaro na mão que dois a voar (229-239);
III – Um soneto de 1595, que seria de autor incerto e que será de Camões (241-245);
IV – As redondilhas na “segunda parte” de 1616 ou uma a mais e outra a menos (247-264);
V – As redondilhas atribuídas a Camões, em 1595, 1598 e 1616, e alguns cancioneiros impressos e manuscritos (265-277).

Terceira parte: Estudo complementar (Cetina, Herrera, Acuña, Alcázar, Montemor) da prática do soneto pelos poetas castelhanos do séc. XVI, e também o caso de Góngora (279-306).

  • (1972) Um imenso inédito semi-camoneano e o menos que adiante se verá, prefácio, in As Qvybyrycas: poema éthyco em ovtavas que ocorre como sendo de Luis Vaaz de Camões em suspeitissima athribuiçon, de Frey Ioannes Garabatus. – Autoria: António Quadros. Lourenço Marques: ed. autor. / 2.ª ed., Porto: Afrontamento, 1991.
  • (1973) Camões dirige-se aos seus contemporâneos e Outros textos. Porto: Inova.
  • (1974) Francisco de la Torre e D. João de Almeida. Pref. José V. de Pina Martins. Paris: Centro Cultural Português.






Dialécticas aplicadas da literatura
Lisboa: Edições 70, 1978. 

Contém os seguintes textos:
  • (1963) A sextina e a sextina de Bernardim Ribeiro, Revista de Letras, Assis, São Paulo. – Reprod. em Dialécticas aplicadas da literatura. Lisboa: Edições 70, p. 45-105.
  • (1972) Camões: novas observações acerca da sua epopeia e do seu pensamento. – Comunicação de abertura do Simpósio Camoniano, na Universidade de Connecticut – EUA, abril de 1972, traduzido para português e inserto nas atas publicada no número especial da revista Ocidente, Lisboa (nov. 1972). – Reprod. em Dialécticas aplicadas da literatura. Lisboa: Edições 70, p. 45-105. – [Cf. “Notas bibliográficas e explicativas aos estudos coligidos”, p. 508-9].



Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. 
2 vols., Lisboa: Edições 70, 1980.

[ou, título inicial de um projeto editorial de 11 ensaios, datado de 1964: 
Estudos Camonianos e de Poesia dos séculos XVI e XVII
ou: Camões e os Maneiristas]

[A ordenação dos textos é a dada pelos editores na coletânea de ensaios: Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. 2 vols., Lisboa: Edições 70, excetuando os textos do “apêndice”, como será indicado na parte em que são insertos:]

VOLUME I

  • “À memória de”, p. 11 – Dedicatória recuperada de um projeto editorial de 1964 (Cf. “Nota prévia” ou prefácio de Mécia de Cena, p. 7-9).

Parte I

  • (1948) A poesia de Camões: ensaio de revelação da dialéctica camoniana. – Conferência proferida no Club Fenianos Portuenses, em 12.06.1948. – Reprod. “com a breve introdução e as notas” em Cadernos de Poesia, série II, fascículo 7 (junho 1951). – [Deste “caderno” foi feita uma separata]. / 2.ª ed., sob o título “Estudo de revelação da dialéctica camoniana”, in Da poesia portuguesa: Sá de Miranda, Camões, Pascoaes, Florbela, Pessoa e alguns mais, além de um estudo sobre poesia e outro sobre o modernismo e de uma nota introdutória, Lisboa: Ática, 1959. / 3.ª ed., Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 15-39.

Parte II

  • (1961) O Maneirismo de Camões, [ensaio publicado em três periódicos:] página literária do Diário de Notícias, 17.09.1961, Rio de Janeiro; supl. O Estado de S. Paulo, 30.09.1961; página de O Comércio do Porto, 10.10.1961. / 1.ª ed. em vol., Dialécticas Teóricas da Literatura. Lisboa: Edições 70, 1977. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 43-48.
  • (1961) Camões e os Maneiristas, supl. O Estado de S. Paulo, 11.11.1961 e 18.11.1961. / Coligido em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 49-61.
  • (1962) Maneirismo e barroquismo na poesia portuguesa dos séculos XVI e XVII. – Conferência escrita, ciclo de conferências intitulado “O Barroco Literário”, org. António Cândido de Mello e Souza, São Paulo: Univ. de São Paulo e Fundação Armando Álvares Penteado. / Coligido em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 63-92.
Insiro aqui a antologia de poetas dos séculos XVI e XVII, mormente, que compreende dois textos incluídos em “Apêndice” no final deste volume I. 
  • Notícia bibliográfica, inédito, p. 307-310.
  • “Classificação cronológica de autores”, inédito, p. 311-325.
Nota: “Acrescentámos no fim do volume, e em apêndice, uma antologia de poetas compreendidos entre 1572-1822 que estava anexa ao original utilizado na conferência de S. Paulo, Maneirismo e Barroquismo. Cremos que se destinava a distribuição ilustrativa pela assistência e pareceu-nos útil complemento do texto.” – in “Nota prévia” de Mécia de Sena, p. 9.

Parte III

  • (1978) Alumbrados, verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, I vol., dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 93-111.
  • (1978) Babel e Sião, verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, I vol., dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 113-131. – Em apêndice contém o Salmo 136, Salmo de David para Jeremias.

Parte IV

CANCIONEIROS CAMONIANOS
  • (1978?) Cancioneiro de Luís Franco Correia, verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 135-156. – Contém bibliografia.
  • (1978?) Cancioneiro Fernandes Tomás, verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, I vol., dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais.  – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 157-161. – Contém bibliografia.
  • (1978?) Cancioneiro de Manuel de Faria (e Sousa), verbete, Grande Dicionário da Literatura Portuguesa e de teoria literária, dir. João José Cochofel, s.l., Iniciativas Editoriais.  – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p.162-170. – Contém bibliografia.
CAMÕES – FARIA E SOUSA
  • (1972) “Introdução” a Lusíadas / de Luis de Camões: comentadas por Manuel de Faria e Sousa: Edição comemorativa” – Reprodução fac-similada pela de 1639. Lisboa: INCM, 1972, p. 9-56. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 171-249.
  • (1972) “Prefácio” a Rimas Várias / de Luis de Camões: comentadas por Manuel de Faria e Sousa, nota introdutória F. Rebelo Gonçalves, pref. Jorge de Sena. Lisboa: INCM, 1972, p. 11-21. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 250-265.

Parte V – ARTIGOS E DISCURSOS 

  • Camões em 1972, Diário Popular, 8.06.1972. / 1.ª ed. em vol., em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 269-273.
  • Aspectos do pensamento de Camões através da estrutura linguística de Os Lusíadas. – Comunicação, in Actas da I Reunião Internacional de Camonistas. Lisboa: CECPL. – [“O autor não esteve presente à reunião por falta de saúde.”] / 2.ª ed., Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 274-286.
  • Camões: o poeta lírico. – Ensaio, in Camões: Some Poems, trad. Jonathan Griffin, Londres: Menard Press, 1976. – Trad. do inglês e reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 287-294.
  • Camões [, Luís Vaz de] – verbete para uma enciclopédia – “Esta é, em tradução, a primeira versão destinada à 15.ª edição da Enciclopédia Britânica.” / 1.ª ed. em vol., em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 295-304.

VOLUME II

Parte I

  • “Alma minha gentil...”, estudo inédito, in Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. II, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 9- 151.

Parte II

  • O Camões da Aguilar, crítica, supl. O Estado de S. Paulo, 25.01.1964, 1.02.1964, 8.02.1964, 15.02.1964, 22.02.1964./ 1.ª ed. em vol., em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 155-186.
  • Camões e um método crítico, supl. O Estado de S. Paulo, 6.04.1963, 20.04.1963, 27.04.1963, 5.05.1963, 11.05.1963, 18.05.1963, e 25.05.1963. / 1.ª ed. em vol., em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 187-240.
  • Camões revisitado, comunicação, Convenção anual de Modern Language Association (MLA), Nova Iorque, de. 1966. – editado em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 241-252.
  • (1977) Discurso da Guarda. – Proferido na Sessão Solene no Liceu da Guarda, no dia 10 de junho de 1977, Dia das Comunidades Portuguesas, publicado pela Secretaria de Estado da comunicação Social, stembro de 1977. – Reprod. em Trinta anos de Camões, 1948-1978: estudos camonianos e correlatos. vol. I, Lisboa: Edições 70, 1980, p. 253-262.

  • (1982 setembro) Estudos sobre o vocabulário de Os Lusíadas: com notas sobre o Humanismo e o Exoterismo de Camões. – Co-ed. e pref. Luís de Sousa Rebelo. Lisboa: Edições 70.




O fantasma de Camões e outros textos camonianos. Porto: Asa, 2002. - Contém os seguintes textos:
  • (1978) O Fantasma de Camões (uma entrevista sensacional), in O Reino da Estupidez II. Lisboa: Moraes.
  • […]








Para saber mais: