10 de junho de 2014

CAMONISTA - Vítor Manuel de Aguiar e Silva










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CAMONIANA

  • (1971) Maneirismo e barroco na poesia lírica portuguesa. Coimbra: Centro de Estudos românicos.
  • (1972) Significado e estrutura de “Os Lusíadas”: conferência proferida... nos Paços do Concelho de Lisboa, em 21 de Junho de 1972. Lisboa: Com. Executiva do IV Centenário da Publicação de Os Lusíadas, 1972. – 23, [1] p.
[A enumeração dos 13 textos que se seguem está de acordo com a ordenação dada pelo autor na coletânea de ensaios Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994:]
  1. (1979) «...um Camões bem diferente...» [ensaio sobre a Vida ignorada de Camões, de JH Saraiva, Lisboa: Europa-América, 1978], Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 47 (jan. 1979) 5-17. – [escrito em “Braga, nov. de 1978”]. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 9-25.
  2. (1982) Jorge de Sena, camonista [ensaio], Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 67 (maio 1982), 45-52. – [escrito em “Indiana Univ./Bloomington, abril de 1982”]. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 27-36.
  3. (1987) O cânone da lírica de Camões: estudo actual do problema; perspectivas de investigação futura, in III Reunião Internacional de Camonistas (10 a 13 de novembro de 1980): actas. Coimbra: Univ. de Coimbra, 31-49. – Edição correspondente ao vol. 33 da Revista da Universidade de Coimbra. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 37-55.
  4. (1968-1972) Notas sobre o cânone da lírica camoniana (I), Revista História Literária de Portugal, Coimbra, n.º 3, 185-202. – Of. Gráfica da Coimbra Ed. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 57-71.
  5. (1972-1975) Notas sobre o cânone da lírica camoniana (II), Revista História Literária de Portugal, Coimbra, n.º 4, 185-202. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 73-100.
  6. (1980) A edição de 1598 das Rimas de Camões e a fixação do cânone da lírica camoniana – Estudo introdutório a Luís de Camões, Rimas, reprod. fac-similada da ed. de 1598. Braga: Univ. do Minho, 1980. [escrito em “Braga, jun. de 1980”]. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 101-129.
  7. (1972) Função e significado do episódio da “Ilha dos Amores” na estrutura de Os Lusíadas, in AA.VV, XLVIII Curso de Férias da Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra. Ciclo de lições comemorativas do IV centenário da publicação de Os Lusíadas. Lisboa: Com. Executiva do IV Centenário da Pub. de Os Lusíadas, 1972. – 18, [1] p.. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 131-142.
  8. (1988) Imaginação e pensamento utópicos no episódio da “Ilha dos Amores”, Biblos, Coimbra, LXIV. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 145-153.
  9. (1987) O mito de Actéon como alegoria e como símbolo na poesia de Camões, Diacrítica, Braga, n.º 2 (1987), 5-13. – reprod. em Homenaje a Alonso Zamora Vicente. Vol. 3, t. 2, Madrid: Castalia, 1992, 13-18. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 155-162.
  10. (1980) Amor e mundividência na lírica camoniana, Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 55 (maio 1980 [escrito em março]), 33-46. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 163-177.
  11. (1981) Aspectos petrarquistas da lírica de Camões, in AA.VV, Cuatro lecciones sobre camoens. Madrid: Fundación Juan March-Cátedra, 99-116. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 179-190.
  12. (1992) Inquirições sobre o soneto “O dia em que eu nasci moura e pereça”, Diacrítica, Braga, n.º 7 (1992 [escrito a 15.09.1992]), p.?. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 191-207.
  13. (1993) As canções da melancolia: aspectos do Maneirismo de Camões, Diacrítica, Braga, n.º 8 (1993), p.?. – reprod. em Camões: labirintos e fascínios, Lisboa: Cotovia, 1994, 209-228; e reprod. sob o título "The songs of melancholy: espects of Mannerism in Camões", in A revisisonary history of Portuguese literature. Ed. by Miguel tamen and Helena C. Buescu. New York, London: Garland, 1999, 30-57.



Textos reunidos em:

Camões: labirintos e fascínios 

Lisboa: Cotovia, 1994. 
/ 2.ª ed., 1999. 

– Vol. constituído pela reunião de treze ensaios sobre Camões publicados anteriormente, acrescido de “Epilegómenos (1994)” (p. 229-238); uma “Tábua de procedência dos ensaios publicados neste volume” e um “Índice onomástico”.



[A enumeração dos 10 textos que se seguem está de acordo com a ordenação dada pelo autor na coletânea de ensaios A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008:]
  1. (2003) Retrato do camonista quando jovem (com alguns pingos de melancolia), Santa Barbara Portuguese Studies, VII (2003), p.?. – Texto datado de “Braga, 8 de set. de 2005” na sua reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 13-22.
  2. (2004) A “guerra” dos pelicanos: o problema textológico da edição princeps de Os Lusíadas – pref. a Os Lusíadas de Luís de Camões. Fac-simile da ed. prínceps de Os Lusíadas, reproduzindo o exemplar pertencente à Sociedade Martins Sarmento (Guimarães). Braga: Univ. do Minho, p.?. – [datado de “Braga, jan.-fev. de 2004”]. – reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 23-54.
  3. (2007) Camões e a comunidade interliterária luso-castelhana nos séculos XVI e XVII (1572-1648), Relâmpago, Lisboa: Fundação Luís Miguel Nava, n.º 20 (abril 2007), 91-123. – [datado de “Braga, maio de 2007”]. – reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 55-92.
  4. (2003) A epopeia, Os Lusíadas e as leituras antológicas, Ariane, n.º 18-19-20 (2003/5), p.??. – Texto datado de “Braga, março de 2004” na sua reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 93-107.
  5. (2000) A poética do mito clássico n’Os Lusíadas, in Estudos dedicados a Ricardo do Carvalho Calero, reunidos e ed. por José Luís Rodrigues. Tomo II, Santiago de Compostela: Parlamento de Galicia – Univ. de Santiago de Compostela, p. ??. – reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 108-115.
  6. (2008) Intertextualidade e hermenêutica no episódio do Velho do Restelo. – Inédito “escrito para figurar numa coletânea de estudos em homenagem à Prof. Doutora Maria manuela Gouveia Delille”, in A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 118-130. – Com bibl., p. 129-130.
  7. (2008) O mito de Baco e o seu significado n’Os Lusíadas. – Inédito, datado de “Braga, out. de 2007”, in A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 131-151.
  8. (1997) O tema do exclusus amator na Lírica de Camões, Diacrítica, Braga, n.º 12. – reprod. em A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 153-164.
  9. (2008) A elegia na lírica de Camões. – Inédito, “a ser publicado nas Actas da V Reunião Internacional de camonistas”, in A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 165-181.
  10. (2008) Erotismo, petrarquismo e neoplatonismo na “Égloga dos Faunos” de Camões. – Inédito, datado de “Braga, out.-nov. de 2006”]. “a ser publicado nas Actas do Colóquio Internacional “Heranças Bucólicas”, in A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos, Lisboa: Cotovia, 2008, 183-204.



Textos reunidos em:


A lira dourada e a tuba canora: novos ensaios camonianos. 


Lisboa: Cotovia, 2008. 



– Vol. constituído pela reunião de dez ensaios sobre Camões, éditos e inéditos, acrescido de “Prólogo” (escrito em “Braga, 2 de nov. de 2007”; p. 11-12); “Epilegómenos (Inédito)” (p. 205-216); uma “Tábua de procedência dos ensaios publicados neste volume” e um “Índice onomástico”.







  • (2001) O ‘naufrágio’ de Os Lusíadas no Ensino Secundário, Público, Lisboa, 01.09.2001.
  • (2009) Jorge de Sena e Camões: trinta anos de amor e melancoliaBraga-Coimbra: Angelus Novus. – V. recensão crítica em LOURENÇO, Jorge Fazenda (2010) Recensão crítica de: Vítor Aguiar e Silva – Jorge de Sena e Camões: trinta anos de amor e melancolia. Coimbra: Angelus Novus, Colóquio/Letras, Lisboa, n.º 175 (set. 2010), 211-214.
  • (2011) “Uma joia da bibliografia camoniana”, in Literatura culta e popular em Portugal e no Brasil : homenagem a Arnaldo Saraiva. Coord. Isabel Morujão, Zulmira Santos. Porto: CITCEM / Ed. Afrontamento, 431-436. – Disponível online.
  • (2011) Dicionário de Luís de Camões. - Coord. de-. Alfragide: Caminho, 2011.  – Contém 1005 p., mais 32 p. de ilustrações: metade a seguir à p. 336, a outra metade a seguir à p. 736; ISBN 978-972-21-2146-0. – Edição brasileira: São Paulo: Leya, 2011.
  • (2012) Sobre alguns tropos subjacentes aos conceitos de clássico e de classicismo, Revista Portuguesa de Humanidades, vol. 16, n.º 2 (2012), 17-32.